quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Singapura, um exemplo a ser seguido

Singapura é um país (formado por muitas ilhas, e também pode ser considerado uma cidade-estado) situado no sudeste asiático, vizinho da Malásia, muito próximo da Linha do Equador, e famoso por suas habitações populares, nas quais vive a maior parte de sua população. No começo da década de 1950, o país vivia uma delicada situação: tinha sido colonizada pelos ingleses por cerca de 200 anos (cuja influência é forte até os dias de hoje), e na 2ª Grande Guerra foi dominada pelo Japão. É importante notar a proximidade de Singapura com os Vietnãs, região de maior efervescência à época do mundo todo, e também com o colosso chinês, em tempos de Revolução Cultural. Diante desse contexto, quando conseguiu independência política – no início da década de 1960 - o governo singapuriano, liderado por Lee Kuan Yew, necessitava agir rápido, nas mais diversas frentes, a fim de proteger e trazer prosperidade à população. Entre as mais importantes ações, estava a de prover de moradia adequada à maioria de sua população. Então, foi elaborado um forte programa de moradias populares, pela agência oficial do Ministério do Desenvolvimento Housing and Development Board (HDB), objetivando propiciar aos moradores de favelas e outros tipos precários de habitação que fossem realocados para habitações populares de baixo custo; isso se daria por baixos alugueis ou até mesmo por aquisição dos imóveis.



@figura-fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/HDB

Nos cinco primeiros anos da HDB, o objetivo era construir o maior número possível de habitações. Após esse momento, foram elaboradas as mais diversas plantas, variando de 50m² a 100m² nos anos 1970, a um custo de S$15.000 a S$25.000 (cerca de US$10.000 a US$17.000), em valores da época, e de 65m² a 130m² nos dias atuais, a um custo de S$110.000 a S$300.000 (cerca de US$70.000 a US$200.000). Atualmente, mais de 80% da população de Singapura vive nesses grandes conjuntos habitacionais, em boa parte de grande densidade e com muitos equipamentos (escolas, clínicas, mercados, centros esportivos e outros) instalados. Certamente isso se configurou uma boa solução para um pequeno (aproximadamente 700km²) e populoso (cerca de 5 milhões de habitantes) país, considerando-se ainda as grandes áreas verdes preservadas e o sistema público de transporte muito eficiente, e que apresenta baixos índices de pobreza.


As regras de aquisição de flats e apartamentos foram atualizadas ao longo dos anos, e é interessante notar que não é sinal de pobreza, nem nada do tipo, morar nesses conjuntos residenciais construídos pelo governo em Singapura, ao contrário da maior parte dos países desenvolvidos.
Que isto sirva de exemplo por aqui, para que possamos também ter uma parcela boa da população vivendo em moradias decentes ao invés de imensas favelas.




(G. Serra)

terça-feira, 28 de outubro de 2008

A Crise Financeira em 300 palavras

Nos últimos meses só se fala nessa crise que atingiu o setor financeiro mundial, mas qual o real motivo da crise? Qual foi o estopim que levou a tudo isso? Por que o que acontece nos EUA reflete no Brasil e no resto do mundo? Responderemos essas perguntas de forma sucinta e didática.
Tudo começou nos EUA no ano passado quando houve uma crise imobiliária. Imagine o Sr. Smith (americano padrão) que um belo dia resolveu investir no negócio de diners (aquela espécie de boteco americano). Para concretizar seus planos, Smith, que gastou todas suas economias pagando sua faculdade, resolve pegar um empréstimo no banco e como garantia oferece sua casa (a chamada hipoteca). Infelizmente os negócios acabam indo mal e, para cobrir as dívidas contraídas, Smith usa de um artifício permitido em seu país: ele vai a outro banco e hipoteca sua casa mais uma vez.
O fato é que os freqüentadores do boteco do Sr. Smith são um bando de caloteiros e ele começa a atrasar as parcelas do empréstimo para ambos os bancos até que eles resolvem vender a casa que havia sido dada como garantia. Acontece que os bancos descobrem que muita gente faz isso e muitas casas estão sendo vendidas por muitos bancos e, graças a lei da oferta e da procura, os preços das casas caem drasticamente. E assim se criou a crise imobiliária.
Assim, os investidores dos bancos (muitas vezes outros bancos maiores) descobrem que na verdade o dinheiro que é emprestado não tem lastro. Isso leva a uma perda de confiança e faz com que as pessoas retirem os investimentos, que por sua vez faz com que preços de ações caiam, bolsas despenquem e assim sucessivamente.
O Brasil é um país que depende bastante de investidores estrangeiros. Como esses investidores não injetam dinheiro (dólar) no país o câmbio sobe, a Bovespa tem fortes quedas e paralisa as operações.
Por fim, para conter a crise o governo anuncia que vai liberar pacotes (dinheiro!) para acalmar os investidores e de onde vem todo esse dinheiro? Sim, nós contribuintes que pagamos impostos acabamos pagando a conta.
Pronto, é basicamente isso.

(G. Sória)

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

E o Bambu?

Uma alternativa construtiva para um futuro mais sustentável.

Phyllostachys aurea, Dendrocalamus giganteus e Guadua angustifolia, são todas espécies de bambu boas para as construções e que crescem facilmente em todo lugar no Brasil. Porém ao observar as edificações à nossa volta só se vê concreto armado e alvenaria estrutural, materiais resistentes porém de maior impacto ambiental e com maiores custos de produção.
O bambu cresce muito rápido: na primavera pode ocorrer o crescimento de um metro em apenas 24 horas, e em só cinco anos ele atinge sua maior altura, que varia entre 25 e 30 metros para a espécie Guadua e até mais para a Gigante. A produção de bambu é portanto rápida, sem gastos energéticos, de baixos custos e seu impacto no meio ambiente é também benéfico por causa das emissões de oxigênio na atmosfera, durante a maturação das plantas.
As características mecânicas e estruturais o colocam entre os melhores materiais para construções.
No passado o bambu foi muito usado, especialmente pelas civilidades orientais, em obras exemplares por beleza e engenho, como a cúpula do Taj Mahal na Índia e vários templos na China.
O bambu tem uma ótima resistência à tração e por isso as suas características estruturais são consideradas parecidas com aquelas do aço, mas com a vantagem de ser um produto muito mais barato.
Na cultura ocidental o bambu foi sempre considerado um material pobre e não digno de ser objeto de pesquisa para introduzi-lo oficialmente na indústria das construções e na arquitetura.
Só alguns engenheiros e arquitetos se interessaram pelo desenvolvimento tecnológico e estético desse material. Entre estes se encontram o italiano Renzo Piano, que estudou o detalhe de nós de estruturas feitas em bambu e o colombiano Simón Vélez, que está fazendo ambiciosos experimentos estruturais em seu país e já construiu uma catedral na cidade de Pereira e a ponte Santo Antonio, todos feitos em bambu.
O resultado desses experimentos são construções leves, transparentes, modernas e high-tech, mas ao mesmo tempo com imagens orgânicas, naturais e em perfeita e respeitosa integração com o ambiente ao redor.
O guadua tech, a tecnologia estrutural do bambu, deveria ser considerado como uma alternativa às tecnologias mais comuns, e desenvolvida na ótica de um futuro sustentável.
No Brasil ainda pouco se estuda a esse respeito, o que nos faz pensar no bambu apenas como um objeto de decoração.
Oxalá essa idéia comece a ser mudada a partir de agora, e quem sabe no futuro, teremos diversas construções com a estrutura e a estética baseada em bambu.

(P. Bianchi)

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Motores flex – Qual a diferença?

Recentemente, quase 100% da frota brasileira vem sendo produzida com motores flex fuel, que rodam com qualquer proporção de álcool (etanol) e gasolina. E, apesar de no mercado desde 2003 (VW Gol Total Flex), ainda surgem dúvidas de como realmente esses carros funcionam e quais as vantagens e desvantagens de usar cada combustível.
VW Gol Total Flex 2003 – Primeiro flex do BrasilAo contrário do que muita gente pensa, a tecnologia flex surgiu nos EUA no início da década de 90, para combater a dendência de combustível dos países do Oriente Médio através do E85 (mistura 15% gasolina e 85% álcool). A deficiente produção de etanol, (que lá é feito a partir do milho) freou a produção. Já no Brasil, acostumado com o uso do álcool proveniente da cana-de-açúcar desde a década de 80, essa idéia pegou. Ainda mais com o incessante combate às emissões poluentes, preocupação com o aquecimento global e busca por novas fontes de energia.
O motor flex pode rodar com dois combustíveis basicamente porque um computador ligado ao motor e à uma série de sensores mede propriedades dos gases emitidos e define qual a proporção de cada combustível que está sendo usada, controlando o motor da maneira mais efetiva para aquela situação.

Para o consumidor, a principal razão para escolher um combustível ao invés de outro está no bolso. O álcool chega a custar metade do preço do que a gasolina. Se o que se busca é apenas economia, deve-se multiplicar o valor da gasolina por 0,7. Se o resultado for mais barato que o álcool, deve-se usar gasolina. Caso contrário, álcool.

Mas existem mais diferenças entre os dois combustíveis. O álcool proporciona uma maior potência para o motor, que, em contra partida consumirá mais (isso significa menos km/l). A gasolina, por sua vez, tem propriedades lubrificantes melhores do que a do álcool, o que foi solucionado com os carros flex tendo algumas peças feitas de diferentes materiais que satisfaçam a circulação dos dois combustíveis dentro do motor. Outra adaptação significativa foi a criação de um mini-tanque de gasolina para partida do carro em baixas temperaturas, já que, o álcool, quando está frio, não favorece a partida do motor. Esse mini-tanque deve ser checado constantemente pelo usuário, pois se a gasolina dentro dele envelhecer e criar uma goma, poderá entupir o sistema. E caso esteja vazio, a partida pode não acontecer. Tirando essas adaptações, um carro flex é basicamente o mesmo que um carro que funciona somente com gasolina. Recentemente foram introduizidas no mercado algumas motos com motor flex, que ainda não são tão populares quanto os colegas de quatro rodas. Existem também os motores tetrafuel (álcool, gasolina brasileira (que tem 20% de álcool), gasolina pura (como a existente em outros países da América Latina e da Europa) e gás natural veicular, o GNV.

O Brasil, por sua vez, tornou-se referência mundial nessa tecnologia. Com toda a gasolina e álcool que precisa para sua frota produzidos internamente, o país deve se tornar um dos maiores exportadores de petróleo e etanol nas próximas décadas.

(C. Dimov)

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Green Buildings e o Brasil

Ultimamente têm-se ouvido falar bastante dos "Green Buildings". Calma! Não são construções pintadas de verde por fora. Na verdade isso é uma certificação que é dada para construções projetadas para reduzir os impactos negativos ao meio ambiente.
A parte mais interessante é que o conceito não se restringe somente às "clássicas" economias de água e energia. O edifício deve ser ambientalmente "correto" durante a construção (diminuindo de 50 a 90% a geração de resíduos) e também deve promover o bem estar dos usuários durante a sua operação. Esse bem-estar se dá com uma melhor qualidade do ar interno (ar renovado mais vezes), uso de luz natural e isolamento acústico, por exemplo.
No Brasil, a certificação de construções ainda é algo bastante recente: apenas um edifício (Eldorado Business Tower, em São Paulo) possui o selo LEED - Leadership in Energy & Environmental Design e cinqüenta estão em processo de certificação. Nos EUA, em torno de mil construções já são certificadas e cerca de 11 mil devem conseguir o selo em breve.
Essa certificação envolve 4 categorias: Certified, Silver, Golden e Platinum, que são atingidas de acordo com o número de pontos que o prédio consegue seguindo certos tópicos determinados pelo LEED.
O custo de implantação para a obtenção do selo acaba saindo mais caro (cerca de 5% a 7% do valor total da obra) para as construtoras, mas estima-se que o preço do condomínio possa chegar a quase metade de um edifício comercial de alto padrão, devido ao reaproveitamento de água e menor gasto de energia com manutenção (alguns prédios possuem fachadas auto-limpantes).
A tendência é que a demanda de empreendimentos imobiliários comerciais tenha preferência por edifícios que tenham essas características porque além de contribuírem com o meio ambiente (um fator que influencia muito o marketing) também promovem economia para o usuário.

(G. Sória)

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Controle biológico de pragas

Atualmente, ações sustentáveis passaram de modismos a indispensáveis em uma considerável parte das atividades. E isso claramente se aplica ao setor agropecuário, onde se busca sustentabilidade ambiental e econômica – entre outras. Uma das correntes que se mostram mais promissoras é a relacionada a pesquisas com controle biológico de pragas em alguns tipos de cultura.
Dois dos seres vivos mais pesquisados têm sido os fungos Beauveria bassiana e Metharizium anisopliae. Esses apresentam, em pesquisas, altos índices de sucesso no combate a vários tipos de “pragas”, como carrapatos e outros tipos de insetos, agindo como parasita interno dos mesmos, assim pertencendo ao grupo dos fungos entomopatogênicos; algumas das culturas em que se destacam combatendo pragas das mesmas são: cana-de-açúcar, soja e café (as três importantíssimas ao setor primário da economia brasileira). É interessante notar que esses fungos se instalam com facilidade, mesmo nos seres vivos possuidores de carapaças (existem algumas espécies de besouros que são sérias pragas em algodoeiros, por exemplo).
Além de economicamente viável, segundo pesquisas vêm concluindo (os fungos entomopatogênicos são tidos como “promissores” em artigos que tratam do assunto), esse tipo de utilização desses fungos pouco polui o ambiente e a natureza, não deixando resíduos químicos nos futuros alimentos e também na água e no solo, e também não afeta agentes polinizadores e protege a biodiversidade – daí a sustentabilidade ambiental alegada.
Parece que há pouco investimento por parte tanto de empresas públicas como privadas no avanço de pesquisas que levem à utilização em grande escala desse tipo de serviço (soluções sustentáveis ambiental e economicamente no controle biológico, sempre que possível, e também sua interação com outras formas de combate às pragas), e, portanto o mercado consumidor em potencial é altíssimo, além de todo o peso da inovação que será buscada (certificações ambientais reconhecidas e viabilidade para aplicações em larga escala).

(G. Serra)

domingo, 12 de outubro de 2008

Dubai: novos desafios para a engenharia

Nos últimos dias estamos todos observando um mundo de problemas no setor imobiliário. A economia dos Estados Unidos perde trilhões, bancos fechando em todo mundo, os financiamentos cada vez mais raros e com taxas muito altas, entre outros inúmeros problemas. Enfim, a saúde econômica em todo planeta não parece estar em sua melhor forma.
Porém "ignorando" tudo isso, Dubai parece não ter sentido o impacto da crise. O presidente do consórcio Dubai World, Ahmed bin Sulaim, no dia 5 de outubro passado anunciou um novo projeto que irá desafiar os limites atuais e se tornar o edifício mais alto do mundo, com aproximadamente 1000 metros.

A previsão é de que o edifício fique pronto em 2020 e supere o posto de "mais alto do mundo" do edifício Burj Dubai, ainda em construção na própria cidade, com 818 metros de altura.
O projeto final ainda não está pronto, porém já se pode prever as dificuldades que deverão ser enfrentadas pelos engenheiros a fim de manter a qualidade dos sistemas, tendo em vista as diferenças entre edifícios comuns e de grande porte como este.
Problemas como a diferença de temperatura entre as duas extremidades do edifício, aproximadamente 10⁰, devem ser levados em conta. Sistemas de elevadores apresentam uma complexidade enorme, assim como sistemas de alarme contra incêndio que se não dimensionados corretamente podem levar a um numero gigante de mortes por problemas que, a principio, não tomariam tamanha dimensão.
Essas novas barreiras a serem ultrapassadas na construção d
este edifício são evidentes, já que se comparados com tudo que foi construído até entao, Dubai fica muito a frente em matéria de monstruosidade de construções. As novas duas torres chegam a duas vezes o tamanho de edifícios que até alguns anos atrás eram o que de maior podia se ver no mundo.
Deixando de lado a analise da necessidade ou não de grandes edifícios, na cidade de São Paulo os maiores prédios são de aproximadamente 170 metros de altura, ou aproximadamente 17% da altura da nova megatorre de Dubai.
Nos resta agora esperar para ver o projeto completo da nova torre e então ter a possibilidade de admirar essa maravilha de perto, após 2020.
E fica a questão: será possível vê-lo da Lua? Só depois se saberá.
E por enquanto é só.

@figura-fonte: http://rodrigobarba.com/blog/2007/10/09/burj-dubai-o-maior-predio-do-mundo/


(L.M. Alves)

sábado, 11 de outubro de 2008

Sobre os blogueiros...



Filipe Cocont Coutinho, fugiu da área de humanas, músico e jogador de basquete frustrado, é especialista em doce de leite e pão de queijo, sistemático, toma um pouco de café e nas horas livres azara as meninas de família.

Nascimento: 28/dez/1990, Jacutinga-MG

Graduando em Engenharia Civil pela Universidade São Judas Tadeu.


Área de maior interesse: Aeroportos.


“Às lagartixas, digo para que não invejem os jacarés, todavia treinem e tornem-se verdadeiros calangos.”


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Guilherme Serra do Amaral, trocaria o sono por uma boa palestra, discreto e sutil no escritório, porém costuma flertar e buzinar para as mulheres na rua.

Nascimento: 25/dez/1985, Tulsa, OK, EUA – Viveu boa parte da vida em São José dos Campos, SP

Graduando em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.


Área de maior interesse: transportes, urbanismo, aviação e fenômenos da natureza.



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Guilherme Rezende Sória, um admirador das diversas culturas que existem por aí, caipira de nascimento, ainda mantém as raízes de frequentar botecos com os amigos e comer torresmo com pêlo.

Nascimento: 27/12/1985, Cruzeiro-SP

Graduado em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo no ano de 2009.


Área de maior interesse: Transportes no geral e novas tecnologias.






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Jean Le Guevellou, francês de nascimento, brasileiro de coração. Sempre gosta de uma boa comida com um bom vinho seguidos de um banho quente (com sabonete e todos os dias) e sem viadagem nenhuma.

Nascimento: 30/07/1984, Saint-Nazaire, France.

Graduado em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo no ano de 2009 e pela Centrale Lyon.


Área de maior interesse: desenvolvimento sustentavel, obras de arte.







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Luiz Marcelo Teixeira Alves, quando não está atormentando os amigos, se preocupa com o futuro, bebe um pouco e gosta da organização sócio-cultural urbana e festas populares.

Nascimento: 28/01/1985, São Paulo-SP

Graduando em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.


Área de maior interesse: transporte publico, planejamento urbano, moradias para baixa renda.


"Eu devia estar contente por ter conseguido tudo o que eu quis, mas confesso abestalhado que eu estou decepcionado... Porque foi tão fácil conseguir e agora eu me pergunto: e daí? Eu tenho uma porção de coisas grandes prá conquistar e eu não posso ficar aí parado" (Raul Seixas)

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