segunda-feira, 27 de abril de 2009

Troca de experiências entre Brasil e China

Na primeira metade do mês de abril, veio ao Brasil uma delegação de chineses representando a província de Guizhou, uma espécie de estado chinês com cerca de 40 milhões de habitantes.
Devido a grande migração para os centros urbanos na China, junto a uma lei que obriga as províncias a resolverem os problemas de habitação e construírem casas que tenham um minimo de 15m² por morador, esse corpo de arquitetos, engenheiros e membros do governo veio a São Paulo para entender e aprender sobre a política habitacional do CDHU, em todo estado.
Eles ficaram impressionados com a qualidade das moradias, já que estas estão sendo projetadas com revestimento cerâmico e aquecimento solar, além do tamanho das casas, em média 63,5m², tamanho que segundo eles, seria impraticável na China. Também se impressionaram com o modo de pagamento das moradias, já que lá o cidadão não compra e sim paga um aluguel ao governo até o final da vida e após o falecimento, não tem direito ao imóvel para a família.
Nesse encontro eles assistiram uma palestra de cerca de 30 minutos e receberam uma cartilha traduzida em mandarim com todo detalhamento do programa.
Nessa viagem ao Brasil além de visitarem a Secretaria de Habitação te São Paulo, também passaram por uma Universidade do Paraná que tem projetos na área de infra-estrutura elétrica e hidráulica.

(L. M. Alves)

domingo, 12 de abril de 2009

A estrada Brasil-Bolívia-Chile

Em setembro de 2009 deve ser entregue a estrada que ligará o porto de Santos aos portos de Arica e Iquique, no Chile. Esta estrada veio de um acordo entre os países Brasil, Bolívia e Chile e contará com a contribuição desses países com a construção de algumas estradas e aumento e melhoria de outras.
A estrada terá 4.700 quilômetros de comprimento e desses: 233 serão em território chileno, 1,6 serão na Bolívia e o restante no Brasil. Esta nova ligação abrirá portas para as o comércio brasileiro com os países do Oceano Pacífico, o comercio chileno com o Atlântico, além de extrema importância para a Bolívia que passará a ter possibilidade de comércio mais fácil para todo o mundo.


Para o Brasil espera-se com muito otimis
mo o aumento de exportação de grãos, que são em grande parte produzidos no centro-oeste. O país ganhará muito em competitividade na exportação de soja para a China, já que hoje gasta até 10 vezes mais em transporte que os Estados Unidos, e com a nova estrada poderá reduzir em até 7 vezes a rota marítima atual. Nos resta aguardar a conclusão da obra para ver as consequências na economia dos três países, além da possibilidade de viagens turísticas por terra mais viáveis na América do Sul.

(L. M. Alves)